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8 curiosidades sobre a segurança da informação

Você já deve ter se preocupado com a segurança de dados da sua empresa e da sua vida pessoal, não é? Talvez  tenha se perguntado “o que o Facebook está fazendo com as minhas informações?”, ou “para onde vão todos esses dados captados pelo site?”. Mesmo com esse interesse pelo assunto, muitas pessoas ainda pensam que a segurança da informação é algo bem simples, precisando apenas de uma boa senha para assegurar a proteção. 

Porém, mesmo com esse pensamento, a cibersegurança vai muito além disso. Inclusive, ainda há certas informações e curiosidades sobre a área que desconhecemos e que, infelizmente, os cibercriminosos entendem. Conforme a tecnologia avança, as táticas de ataques ficam mais rebuscadas. 

Por este ser um tema bastante requisitado e importante, separamos 8 curiosidades sobre a segurança da informação que devemos ter em mente tanto do ponto de vista empresarial quanto pessoal. Confira!

  1. Empresas de antivírus praticam coopetição desde a década de 1980 

O termo “coopetição” quer dizer a relação simultânea de competição e a cooperação entre empresas, o que geralmente ocorre quando elas querem alcançar um objetivo comum.  Ao entender isso, desde os anos de 1980, as empresas de antivírus começaram a compartilhar informações e, dentre elas, as assinaturas de vírus. Afinal, elas perceberam que, para combater os vírus e oferecerem um bom serviço para seus usuários, precisariam umas das outras.

  1. Big Data ajuda a solucionar cibercrimes 

Além do Big Data ser usado para solucionar diversos outros quesitos, elas também facilitam o trabalho dos especialistas em segurança cibernética na hora de investigar os ataques. Os departamentos de defesa de Estados, por exemplo, utilizam a tecnologia para analisar eventos específicos, bem como cruzar os dados e identificar padrões de cibercrimes.

Outra função do Big Data é reconhecer a atuação dos grupos de hackers e analisar o seu perfil comportamental, para que novos sejam feitos e os integrantes encontrados.  

  1. Arquivos do Microsoft Office são os anexos maliciosos mais comuns 

Segundo o Relatório de Segurança de E-mail, da Cisco, mais de 40% dos anexos maliciosos são provenientes do Microsoft Office, principalmente arquivos .doc. Já os em formato .zip são um terço, enquanto os PDFs chegam a 10%. 

É claro que você não deve parar de enviar documentos do Word por e-mail, mas não é aconselhável acreditar que, só porque é um anexo do Microsoft Office, ele será seguro.

  1. Cibercriminosos têm sido uma maior ameaça que hackers 

Antes de mais nada, você sabe a diferença entre hacker e cibercriminoso? O hacker apenas invade o seu sistema. Já o cibercriminoso, realiza outras ações, como o roubo de dados e informações importantes das companhias e das pessoas físicas. 

De acordo com o relatório da ISACA (Information Systems Audit and Control Association) acerca do cenário de ameaças cibernéticas, para os proprietários de empresas, os agentes de ameaças frequentes, também conhecidos como cibercriminosos, são os principais autores destes crimes, preocupando mais os líderes do que os hackers.  

  1. Phishing é o tipo de ataque mais comum 

O phishing é um método mal intencionado para se obter informações confidenciais. O cibercriminoso atua fingindo ser outra pessoa, alguém confiável e, apesar de parecer um problema de segurança fácil de evitar, é indicado que todos os usuários desconfiem de documentos e conversas virtuais.  

  1. Spam soma mais de 85% dos e-mails enviados 

De acordo com o relatório da Cisco, realizado pela Talos Intelligence Group, mais de 85% dos e-mails enviados são spam. Além disso, também é possível ver que ao longo do tempo, a proporção de spam em e-mails tem sido consistente, o que nos leva a pensar que em um futuro próximo, esse cenário permanecerá.  

  1. O melhor software também tem vulnerabilidades de segurança 

Como a tecnologia é desenvolvida por seres humanos, quem não detêm todo o conhecimento, ela vai apresentar falhas. Patrisa Tabriz, da equipe de segurança do Google Chrome, chegou a comparar a segurança da informação com a medicina. Isso indica que não será 100% segura.  Por isso, o desafio é descobrir as brechas e ajustá-las para evitar que os ciberatacantes se aproveitem delas.  

  1. Atualizações de software são mais importantes do que você imagina 

Mesmo que as janelinhas de pop-up sejam irritantes, abrindo em nossa tela para lembrar de atualizar nossos programas, elas são cruciais por, muitas das vezes, serem a única barreira entre nós e um potencial invasor.  Lembre-se que elas não estão lá à toa. Essas atualizações podem corrigir problemas que foram identificados publicamente e que, provavelmente, foram utilizadas em ataques anteriores.  

Como sabemos, a segurança da informação está em constante mudança e, mesmo com toda a tecnologia ao nosso favor, ainda é necessário ter cuidado na hora de utilizar a internet.  

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