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Retrospectiva: principais ataques cibernéticos em 2021

2021 é considerado um ano em que aumentaram as tentativas de ataques cibernéticos. Dentre as variáveis, destaque para a falta de conscientização dos usuários e as vulnerabilidades das ferramentas utilizadas durante o trabalho remoto.  

É fato que ciberataques podem acontecer em qualquer lugar e contra qualquer instituição. Por isso, o nível de segurança deve ser correspondente ao porte e segmento, cobrindo, principalmente os acessos (perímetros).  

Países de todo o mundo registraram crimes cibernéticos de grande proporção, alguns deles até envolveram perda de dinheiro. Isso porque os ataques de ransomware foram os mais presentes. Só no primeiro semestre de 2021, quase 305 milhões de tentativas de invasão foram registradas. Essa quantidade foi superior à totalidade de 2020, com 304,6 milhões de relatos. 

O prejuízo das ocorrências registradas ao longo dos 12 meses é estimado em US$ 6 trilhões em todo o mundo. E este número pode ser maior, uma vez que nem todos os ataques são contabilizados. 

Veja a retrospectiva dos principais ataques cibernéticos em 2021:  

Ataques cibernéticos no Brasil 

Atualmente, o Brasil é o quinto país com mais tentativas de ataques cibernéticos contra as empresas, de acordo com a consultoria alemã Roland Berger. Desde o início de 2021, mais de 9 milhões de ocorrências já foram contabilizadas. 

Nos primeiros meses do ano, autoridades federais registraram um dos vazamentos de dados mais preocupantes. Cerca de 220 milhões de pessoas, incluindo brasileiros já falecidos, tiveram seus CPFs expostos em um banco de dados, o qual também revelou nomes completos e datas de nascimento. 

Em agosto, o site da varejista Renner ficou fora de ar por dois dias. Além da plataforma, o aplicativo também permaneceu inativo. Em justificativa ao Procon, a empresa afirmou que não houve indícios de transações de dados não autorizadas.  

Dois meses depois, a central de atendimento da companhia de viagens CVC ficou temporariamente indisponível após o anúncio de seu sistema ter sido invadido.  

Ataques cibernéticos ao redor do mundo 

Em maio de 2021, foi a vez da distribuidora de carnes JBS ser vítima de uma invasão sistêmica. As sedes da empresa nos Estados Unidos, Canadá e Austrália sofreram um bloqueio cracker e, como resultado, a companhia foi obrigada a desembolsar US$ 11 milhões para solucionar o problema. 

Também no mês de maio, a maior rede de oleoduto dos Estados Unidos, Colonial Pipeline, pagou cerca de US$ 5 milhões, após um ataque que paralisou os trabalhos em grande parte do país. Além da falta de combustível, as consequências levaram o governo a declarar estado de emergência, e algumas companhias aéreas também foram afetadas. 

Ainda nos EUA, a companhia de tecnologia Kaseya foi vítima de uma invasão cibernética. Cerca de 1.500 clientes associados tiveram suas atividades paralisadas. Na ocasião, algumas empresas notaram uma movimentação incomum e o sistema foi desligado para evitar maiores prejuízos.  

Qual é a solução para evitar os ataques cibernéticos? 

Investimento em cibersegurança e contar com equipes qualificadas para estruturar um plano de acordo com o perfil da empresa, identificando, respondendo e contendo as potenciais ameaças.  

Além de ser recomendado proporcionar um treinamento para todos os usuários informando sobre as ameaças, quais são as práticas a serem adotadas e investir na conscientização de todos.  

Um dos motivos para o Brasil não estar no “podium da cibersegurança” é justamente a falta de informação. Os crackers costumam ficar na vantagem porque se utilizam de táticas de engenharia social para invadir os sistemas. 

NetSafe Corp conta com um time técnico e estratégico altamente qualificados e certificados, garantindo às empresas suporte técnico confiável para alcançar a maturidade em segurança. Entre em contato e conheça os serviços!