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Segurança: o mundo sob a ótica no pós-COVID-19

Segurança o mundo sob a ótica no pós-COVID-19

Em meio ao cenário de caos na saúde pública mundial devido à epidemia do Coronavírus, os países focam em cuidar de sua população enquanto tentam evitar que a economia entre em colapso. Na prática, a COVID-19 acelera transformações digitais e humanas que já vinham ocorrendo, chamando atenção para segurança digital. É por isso também que nunca se ouviu tanto sobre o conceito de people-centric, que em tradução literal significa, “as pessoas no centro”. E essa mudança acontece dos dois lados: para o consumidor e para os profissionais.

Ou você respeita o indivíduo (todos) ou não pertence a esse mundo. Assim, o conceito de clientes e funcionários tem sido modificado para o de comunidade. Quando esta ganha relevância, é quando as pessoas jurídicas começam a aplicar no dia a dia. E também há as qualidades que costumamos associar às pessoas físicas, como transparência e segurança. Com essa nova realidade, novas tendências podem ser observadas e ganham espaço.

Entretanto, é preciso atentar-nos para o quesito segurança. Quanto mais aumenta-se a adição na tecnologia e novos locais de acesso e de trabalho, bem como de produtos, uma política bem estabelecida é fundamental para assegurar a proteção de todos. Três pilares são destaques neste quesito. 

Segurança: Ofertas digitais

As empresas de mídia e pesquisa estão transformando eventos ao vivo em virtuais. O mesmo ocorre com os consumidores que vem se adaptando à digitalização de seus comportamentos. Apesar de nem sempre atender de bom grado a consumidores de faixa etária maiores, ​​com a compra de mantimentos ou outros produtos online, o Coronavírus os forçou a ficar confortáveis com essa nova realidade.  Essa nova rotina imposta como a única opção fez até os menos adeptos se acostumam com a facilidade de entrega à sua porta. Esses consumidores podem achar não voltar ao varejo físico. Quase 40% dos atuais compradores online fizeram sua primeira compra em março, de acordo com estudos.

Além disso, profissionais que não estavam em plataformas digitais, como muitos médicos e outros prestadores de serviços médicos, agora oferecem consultas online como uma maneira de ver seus pacientes em situações não emergenciais. A telemedicina ganha espaço e vira tendência. Outro mercado em expansão são os bancos digitais. Excluindo a necessidade de comparecer a uma agência bancária para gerenciar as finanças. Embora muitos ainda mantenham uma grande presença física, isso pode mudar muito breve, quanto mais se vê o espaço físico como redundantes e obsoletos.

Trabalhos flexíveis

O cenário diante pandemia pode ressignificar acordos de trabalho mais flexíveis. Empregadores perceberam que não é necessário ter todos em um escritório para fazer as coisas. Uma mudança muito esperada por muitos em diversos segmentos no mercado de trabalho. Trabalhadores presenciais podem continuar a mudança para escritórios mais remotos. Eles também terão mais controle para gerenciar suas funções como pais e cuidadores, se puderem trabalhar em casa. 

Segurança a frente da privacidade

O aumento dos consumidores online tem mudando seu comportamento com relação a segurança de dados durante a atual crise. Muitos estão transferindo a responsabilidade de mantê-los seguro para o governo e para os líderes, mesmo que isso signifique abrir mão de sua própria privacidade no processo. Cada vez mais as pessoas estão dispostas a trocar suas liberdades por segurança.

Em um mundo cada vez mais conectado, o que fica de questionamento é: quão seguro é?